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Em 2018, empresas contrataram mais jovens para os postos de trabalho, caracterizando uma possível mudança no perfil dos funcionários. Tudo indica que esse movimento define um preparo do quadro de funcionários para o mercado nos próximos anos.

Os dados são da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), que apontou que a maioria das contratações de jovens está na faixa de 18 a 24 anos. Vários sãos as hipóteses que reforçam esse dado, pois dentre os desempregados os mais bem preparados ainda são os jovens, além disso, têm mais aptidão para as áreas que exigem força física e, teoricamente, adaptam-se com mais facilidade a tecnologias quando comparados a outras gerações.

Todavia, precisamos ponderar: como esses jovens estão sendo preparados e integrados nas corporações? Esse é um questionamento que frequentemente é levantado quando auxilio empresas na composição de equipes.

Os dados são otimistas e, como já mencionado, reforçam que as empresas estão trocando uma força de trabalho mais experiente por jovens. No entanto, levanto as seguintes questões:

  • Mesmo estes tendo uma facilidade de adaptação, como nós estamos preparando-os para uma atuação dentro das empresas?
  • De fato, quem os treina?
  • Que competências e características estes possuem e podem ser ainda melhor aproveitadas no sistema?
  • Qual é o ambiente em que estão sendo inseridos?

Como podemos perceber, as empresas estão mudando o perfil que buscam para os diversos cargos, contudo, quando falamos especificamente dos jovens, estes buscam desafios e propósitos. Não os encontrando dentro das empresas, a rotatividade pode ser uma constante, e eis a necessidade de uma integração efetiva que não desse ser apenas coordenada pela área de Recursos Humanos da empresa, mas também – principalmente – pelo gestor.

Chamo a atenção aqui para que, além da mudança de perfil que as empresas estão buscando, uma reavaliação do programa de integração das empresas pode ser um caminho viável para evitar que as contratações não deem em nada.

Sem dúvida, mais jovens dentro das empresas podem dar um ar de inovação e reinvenção para o mundo corporativo. Todavia, precisa-se definir como ocorrerá a sociabilidade - ou integração - desse novo funcionário almejando a certeza de que todo o investimento de tempo, dinheiro e expectativas ajudem em um desenvolvimento em um curto espaço de tempo de profissionais ainda mais focados e inteirados de suas reais funções.

Na Caddan, desenvolvemos para nossos clientes o que chamamos de Integração Dirigida – cuja finalidade é considerar não só as atribuições desse novo profissional que está entrando na empresa, mas sim suas expectativas, necessidades e potencial aliados às expectativas, necessidades da empresa e do chefe imediato.

Quer conhecer um pouco mais sobre esse e outros produtos da caddan para a composição de equipes? Explore nosso site: www.caddan.com.br ou ligue pra gente: 41 3014-0381

 

Até a próxima,

Equipe Caddan